Fim de expediente, saída do trabalho, contagem regressiva para chegar em casa. Quase. Lá vem o ônibus, Terminal Sto Amaro, 5300, lotado. Empurra daqui, ajeita dali e pronto, consegui entrar. Ufa!
Acho que até me acostumei com essa rotina, afinal nossa cidade vive em atraso a décadas. A viagem segue naquele conforto, de Mercedez comunitária. Mas tudo bem, fazemos parte disso.
Até que vem um cidadão, liga o celular e manda ver aquele forró. Estava difícil, agora nem se fala. Viagem com trilha sonora. Ele conhece todas as músicas, canta em voz baixa e gesticula com as mãos como se tivesse um teclado preso em seu corpo.
Outro passageiro que tenta entrar no ônibus reclama que o pessoal não passa a catraca. Será que estão fazendo motim antes da catraca?
Depois, falando ao celular, do outro lado do articulado, a comadre Ana grita para o João não esquecer de colocar o feijão no fogo! Perfeito. Preciso chegar logo ao meu destino.
Acho que até me acostumei com essa rotina, afinal nossa cidade vive em atraso a décadas. A viagem segue naquele conforto, de Mercedez comunitária. Mas tudo bem, fazemos parte disso.
Até que vem um cidadão, liga o celular e manda ver aquele forró. Estava difícil, agora nem se fala. Viagem com trilha sonora. Ele conhece todas as músicas, canta em voz baixa e gesticula com as mãos como se tivesse um teclado preso em seu corpo.
Outro passageiro que tenta entrar no ônibus reclama que o pessoal não passa a catraca. Será que estão fazendo motim antes da catraca?
Depois, falando ao celular, do outro lado do articulado, a comadre Ana grita para o João não esquecer de colocar o feijão no fogo! Perfeito. Preciso chegar logo ao meu destino.
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